Quanto mais alta nossa posição, mais complicadas podem ser as coisas. Quanto mais nos destacamos em nosso ramo de negócios ou social, mais fácil nos tornamos alvos. Alvos de inveja, alvos de críticas e alvos de nossos atos do passado. Tudo o que fizemos de errado pode vir à tona.
Imagine então um jovem garoto que na escola é o presidente da classe, sempre entre os melhores da classe, sempre liderando os debates entre seus colegas e a instituição. Depois cresce e amadurece, vai pra faculdade, se torna presidente do grêmio estudantil e organiza passeatas em prol da cidadania.
Alguns anos depois ele se forma, se torna síndico de seu prédio ou presidente da associação de moradores do seu bairro. Mais alguns anos se passam e ele se torna vereador e começa a lutar pela melhoria das ruas e das condições de vida de sua cidade.
Em breve se torna deputado estadual e logo vem a prefeitura. Todos o veneram e ficam absolutamente hipnotizados com seus discursos e ainda mais com seus atos. Mas os anos se passam e inevitavelmente ele se candidata a Governador. Após um tempo de muita luta ele vai disputar as eleições à Presidência.
Então ele é obrigado a fazer um exame de consciência. Sim obrigado! Pois em todos os jornais do país ele se torna alvo e todos os seus atos do passado, por mais distantes que sejam começam a surgir. Desde o dia em que mentiu para seus pais dizendo que ia à aula e foi para uma festinha com os amigos, passando pela maconha que fumou com os colegas de faculdade até alguns acordos que teve que fazer para conseguir o “bem maior”. Então começa a lembrar-se dos calos que pisou e dos problemas que afastou de alguma forma.
Descobrem então que quando fora vereador ajudou alguns empresários numa disputa comercial e que quando deputado criava projetos para facilitar a vida da sociedade, mas privilegiava ainda mais outros empresários que, por conseguinte o apoiaram com grandes e legais doações para sua campanha ao Governo do Estado.
De uma hora pra outra, o homem venerado e respeitado passa a ter uma enorme nuvem pairando sobre sua cabeça. Lança-se sobre ele olhares de desconfiança e suspeita. Ele não consegue se eleger, um outro candidato consegue se tornar o novo Presidente da república daquele país e dois anos depois ele é deposto pois descobrem que ele tem tantas negociatas quanto as do nosso anti-herói supracitado.
Moral da história: “Nunca se esqueça que merda sempre bóia!”
- Postado por: Leandro às 22h30
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Sabe quando você acha que está tudo bem, mas na verdade descobre depois que era apenas a peneira na frente do sol? Sabe quando você se apega tanto a uma história que quando ela termina você se prende mais do que o necessário a última página do livro querendo perpetuar a sensação de que ela continua a existir? Pois é...
- Postado por: Leandro às 15h00
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Meu afilhado e minha sobrinha estão grandes pacas. Já andam sozinhos pela rua. Meu Deus! E pensar que fiz cara de nojo sentindo o cheirinho de suas fraldas... To velho!!
- Postado por: Leandro às 15h00
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